O Rio Imagem Baixada, considerado o maior complexo público de diagnósticos por imagem da América Latina, ultrapassou a marca de dois milhões de exames realizados desde sua inauguração. A unidade, localizada às margens da Rodovia Presidente Dutra, em Nova Iguaçu, já atendeu mais de 260 mil pessoas. O espaço é resultado de um investimento de R$ 90 milhões do Governo do Estado do Rio de Janeiro.
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Neste sábado (27), o subsecretário estadual de Atenção à Saúde, Caio Souza, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitaram as instalações do complexo. Durante a agenda, destacaram a importância da unidade para ampliar o acesso ao diagnóstico de qualidade, próximo à população.
O centro realiza desde exames simples, como raio-x, até procedimentos de alta complexidade, incluindo imuno-histoquímica para identificar tumores de mama. Em 2025, a unidade passou a oferecer novos serviços, como litotripsia extracorpórea, utilizada no tratamento de cálculos renais, e aumentou a capacidade de atendimento com a instalação de um segundo aparelho de ressonância magnética.
A saúde da mulher é uma das áreas prioritárias do complexo, que atende majoritariamente pacientes do sexo feminino (69%). Mulheres com nódulos suspeitos, por exemplo, podem realizar biópsias no mesmo dia em que fazem a mamografia. A unidade também dispõe de tecnologia para biópsias guiadas por estereotaxia, capazes de identificar tumores em estágios iniciais.
Avanços na oncologia na Baixada Fluminense
Durante a visita, autoridades também acompanharam as obras do Instituto Estadual de Oncologia da Baixada Fluminense, que está com 83% da construção concluída. A iniciativa já recebeu R$ 87,3 milhões em investimentos do governo estadual, por meio da Secretaria de Estado de Saúde.
A nova unidade, que funcionará ao lado do Rio Imagem Baixada, contará com 101 leitos, 24 consultórios médicos e setores especializados em quimioterapia e exames de alta complexidade, como o PET Scan. O objetivo é regionalizar o atendimento oncológico no âmbito do SUS, aproximando os serviços de diagnóstico e tratamento da população da Baixada.
Ao final da visita, o ministro da Saúde afirmou que o Governo Federal apoiará o custeio da futura unidade.