O Rio de Janeiro registrou, em dezembro de 2025, o maior nível de atividade econômica desde o início da série histórica do Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR), divulgado pelo Banco Central do Brasil.
Segundo o indicador — considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) — o estado alcançou 116,4 pontos no último mês do ano, o maior patamar desde 2003, quando a série começou, com 77,6 pontos. Na passagem de novembro para dezembro de 2025, o crescimento foi de 7,2%.
O desempenho também superou a média da região Sudeste, que registrou 104,9 pontos e expansão de 2,5% no mesmo período. Entre os estados da região, São Paulo marcou 101,5 pontos (1,0%), Minas Gerais 102,6 pontos (1,1%) e Espírito Santo 102,8 pontos (4,7%).
No acumulado do último trimestre de 2025, a atividade econômica fluminense avançou 5,8%. No ano, o crescimento foi de 3,5%.
A trajetória recente do índice indica avanço desde 2020. Em dezembro daquele ano, o estado registrava 95,1 pontos. O número passou para 99,6 em 2021, chegou a 103,7 em 2022, atingiu 110,5 em 2023, recuou para 108,6 em 2024 e alcançou o recorde histórico em 2025.
Em nota, o governador Cláudio Castro comentou o resultado:
“– O Rio de Janeiro vive um momento consistente de retomada e fortalecimento do seu ambiente de negócios, como comprovam os dados do IBCR. Atribuo o avanço da atividade econômica fluminense a uma gestão comprometida com a responsabilidade fiscal, com o fortalecimento dos setores produtivos e o estímulo a investimentos, que tem permitido ao estado retomar sua capacidade de crescer e planejar o futuro de forma sustentável – declarou o governador Cláudio Castro.”
O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Comércio, Indústria e Serviços, Vinicius Farah, também se manifestou:
“– O Estado tem acumulado indicadores positivos na balança comercial, na produção de aço, na produção industrial, no comércio e nos serviços. Isso é fruto de políticas públicas executadas nos últimos anos, mais alinhadas com a realidade e as necessidades dos setores econômicos, acesso ao crédito e iniciativas de atração de investimentos que geram emprego e renda para a população – destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Comércio, Indústria e Serviços, Vinicius Farah.”